Voltar para Notícias
NotíciaNotícias

53% dos Brasileiros Vão Usar o Décimo Terceiro para Quitar Dívidas (2025)

Relembre 53% dos brasileiros vão usar o décimo terceiro para quitar dívidas (2025) com contexto da época, fonte oficial e indicação clara do que precisa ser…

Rafael Mengue Matos16 min de leitura
Ilustração sobre 53% dos brasileiros vão usar o décimo terceiro para quitar dívidas (2025)

Segundo a Datatudo, 53% dos brasileiros vão usar o décimo terceiro para quitar dívidas em 2025. Esse percentual representa mais da metade dos trabalhadores que recebem o benefício e reflete o cenário crítico de endividamento no país. A data e a fonte original determinam se a informação ainda serve como orientação atual.

Este conteúdo registra um acontecimento de 2025 e deve ser lido como contexto histórico. Para consultar calendário, valor, taxa ou regra atual, use os canais oficiais indicados nesta página.

Card Meu Consig

O fato em contexto

O décimo terceiro salário é uma das gratificações mais aguardadas pelos trabalhadores brasileiros, mas a realidade financeira do país tem transformado esse benefício em uma tábua de salvação para milhões de famílias endividadas. Segundo pesquisa recente da Datatudo, 53% dos brasileiros vão usar o décimo terceiro para quitar dívidas em 2025, um reflexo direto do cenário de endividamento que atinge recordes históricos no país.

Além disso, o levantamento revelou que 66% dos trabalhadores ainda não sabem quanto vão receber de décimo terceiro, o que evidencia a falta de planejamento financeiro e pode comprometer ainda mais a saúde financeira dessas pessoas. Neste artigo, vamos explorar os dados da pesquisa, entender por que tantos brasileiros dependem do 13º para acertar as contas, e apresentar alternativas inteligentes — como o crédito consignado e a antecipação do FGTS — para quem precisa de uma solução mais eficiente e com juros menores.

  • Pesquisa Datatudo revela destino do 13º salário
  • Por que tantos brasileiros usam o 13º para quitar dívidas?
  • Quando cai o décimo terceiro em 2025?
  • Como calcular quanto vou receber de décimo terceiro?
  • Alternativas inteligentes para quitar dívidas
  • Perguntas frequentes
  • Conclusão

Pesquisa Datatudo Revela Destino do 13º Salário dos Brasileiros

A pesquisa realizada pela Datatudo em 2024 trouxe dados alarmantes sobre como os brasileiros pretendem utilizar o décimo terceiro salário. O levantamento ouviu milhares de trabalhadores em todo o país e revelou que a maioria esmagadora vai destinar o benefício para resolver problemas financeiros urgentes, especialmente o pagamento de dívidas acumuladas ao longo do ano. Os números mostram que o décimo terceiro deixou de ser um recurso para realizar sonhos ou fazer investimentos e se tornou, na prática, um alívio temporário para quem está sufocado por compromissos financeiros.

53% Vão Usar o Benefício para Quitar Dívidas

Segundo a Datatudo, 53% dos brasileiros vão usar o décimo terceiro para quitar dívidas em 2025. Esse percentual representa mais da metade dos trabalhadores que recebem o benefício e reflete o cenário crítico de endividamento no país. As dívidas mais comuns mencionadas na pesquisa incluem cartão de crédito, cheque especial, empréstimos pessoais e financiamentos diversos. Muitos brasileiros acumularam essas pendências ao longo do ano devido a juros altíssimos — que chegam a ultrapassar 400% ao ano no rotativo do cartão — e naquele momento veem no décimo terceiro a única chance de reduzir o sufoco financeiro. Porém, especialistas alertam que usar o 13º apenas para quitar dívidas sem um planejamento adequado pode ser uma armadilha, já que muitas pessoas voltam a se endividar logo após as festas de fim de ano.

66% Ainda Não Sabem Quanto Vão Receber

Outro dado preocupante da pesquisa é que 66% dos trabalhadores ainda não sabem quanto vão receber de décimo terceiro. Isso significa que dois terços dos brasileiros não fizeram o cálculo ou não consultaram o valor que terão direito, o que compromete qualquer tentativa de planejamento financeiro eficiente. Sem saber o valor exato, fica impossível definir prioridades: quanto vai para dívidas, quanto para gastos de fim de ano e se sobra algo para uma reserva de emergência. Essa falta de planejamento é um dos principais fatores que mantêm as famílias brasileiras presas no ciclo vicioso do endividamento. A boa notícia é que existem ferramentas online gratuitas que ajudam a calcular o valor do décimo terceiro de forma rápida e precisa, permitindo que você se organize com antecedência.

A resposta para essa pergunta está diretamente ligada ao cenário econômico brasileiro dos últimos anos. A combinação de inflação alta, desemprego, queda na renda real e juros estratosféricos criou um ambiente perfeito para o crescimento do endividamento das famílias. Segundo dados da Confederação Nacional do Comércio (CNC), mais de 78% das famílias brasileiras estavam endividadas em 2024, e cerca de 28% estavam inadimplentes — ou seja, com contas atrasadas. Nesse contexto, o décimo terceiro salário se tornou uma espécie de “salvação” temporária, mas que raramente resolve o problema de forma definitiva.

O Cenário de Endividamento no Brasil

De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela CNC, 78,5% das famílias brasileiras estavam endividadas em dezembro de 2024. Desse total, 28,5% estavam com contas em atraso e 12,3% afirmaram não ter condições de pagar suas dívidas. Os principais tipos de dívidas mencionados pelos entrevistados foram: cartão de crédito (rotativo e parcelado), carnês de lojas, financiamento de veículos, crédito pessoal não consignado e cheque especial. O que torna esse cenário ainda mais grave é que muitas dessas modalidades possuem taxas de juros abusivas, que podem ultrapassar 15% ao mês no caso do rotativo do cartão de crédito. Portanto, usar o décimo terceiro para quitar essas dívidas é uma estratégia válida, mas precisa ser acompanhada de mudanças de hábitos para evitar que o problema se repita.

Cartão de Crédito e Cheque Especial Lideram as Dívidas

Segundo o Banco Central, o cartão de crédito (rotativo) e o cheque especial são as modalidades de crédito com as maiores taxas de juros do mercado brasileiro. Em janeiro de 2025, a taxa média do rotativo do cartão estava em torno de 430% ao ano, enquanto o cheque especial girava em torno de 130% ao ano. Esses números explicam por que tantas famílias se veem sufocadas por dívidas que crescem exponencialmente mês após mês. Uma dívida de R$ 1.000 no rotativo do cartão, se não for quitada rapidamente, pode facilmente se transformar em R$ 5.000 ou mais em poucos meses.

Por isso, especialistas recomendam que, ao receber o décimo terceiro, a prioridade absoluta seja quitar essas dívidas caras. Mas atenção: se você não conseguir quitar tudo de uma vez, considere alternativas de crédito mais baratas, como o consignado ou a antecipação do FGTS, para trocar dívidas caras por juros menores.

O pagamento do décimo terceiro salário segue um calendário oficial estabelecido pela legislação trabalhista brasileira. A gratificação é paga em duas parcelas, e os prazos são rigorosamente definidos para garantir que todos os trabalhadores recebam o benefício antes do final do ano. Conhecer essas datas é fundamental para se planejar financeiramente e evitar surpresas desagradáveis.

Primeira Parcela: Até 30 de Novembro

A primeira parcela do décimo terceiro deve ser paga até o dia 30 de novembro de 2025. Esse pagamento corresponde a exatamente 50% do valor bruto do salário do trabalhador, sem descontos de INSS ou Imposto de Renda. Por exemplo, se você ganha R$ 3.000 por mês, a primeira parcela será de R$ 1.500. Essa antecipação ajuda muitas famílias a se organizarem para as despesas de fim de ano, como compras de Natal, presentes e viagens. Porém, é importante lembrar que essa é apenas a primeira metade do benefício — a segunda parcela virá em dezembro, mas com os descontos obrigatórios.

Segunda Parcela: Até 20 de Dezembro

A segunda parcela do décimo terceiro salário deve ser paga até o dia 20 de dezembro de 2025. Diferente da primeira, essa parcela já vem com os descontos de INSS e Imposto de Renda (quando aplicável). Na prática, você recebe o valor restante do seu salário mensal, menos as contribuições obrigatórias. Voltando ao exemplo anterior: se seu salário é R$ 3.000, a segunda parcela será de aproximadamente R$ 1.200 a R$ 1.300, dependendo dos descontos. Essa é a parcela que a maioria das pessoas utiliza para quitar dívidas ou fazer compras de última hora. Se você está planejando usar o décimo terceiro para negociar dívidas, vale a pena entrar em contato com os credores já em novembro para conseguir melhores condições de pagamento.

Calcular o valor do décimo terceiro salário é mais simples do que parece. O benefício é proporcional ao tempo trabalhado no ano, ou seja, você recebe 1/12 do seu salário para cada mês trabalhado. Se você trabalhou o ano inteiro, recebe o valor integral de um salário. Se trabalhou apenas seis meses, recebe metade. Vamos explicar o passo a passo para você fazer esse cálculo manualmente e também indicar ferramentas online que facilitam o processo.

Fórmula de Cálculo do 13º Salário

A fórmula básica para calcular o décimo terceiro é: (Salário Bruto ÷ 12) × Número de Meses Trabalhados. Vamos a um exemplo prático: imagine que você ganha R$ 2.500 por mês e trabalhou os 12 meses do ano. O cálculo seria: (R$ 2.500 ÷ 12) × 12 = R$ 2.500. Ou seja, você recebe o valor integral de um salário. naquele momento, se você trabalhou apenas 8 meses no ano, o cálculo seria: (R$ 2.500 ÷ 12) × 8 = R$ 1.666,67. Importante: períodos iguais ou superiores a 15 dias são contados como mês completo. Ou seja, se você foi contratado no dia 10 de março, esse mês já entra na conta. Lembre-se também que a primeira parcela é paga sem descontos, mas a segunda sofre dedução de INSS e IR.

Ferramentas Online para Calcular o Décimo Terceiro

Se você prefere não fazer contas manualmente, existem diversas calculadoras online gratuitas que fazem o trabalho por você. Basta informar seu salário bruto, o número de meses trabalhados e, em alguns casos, se você tem dependentes para fins de Imposto de Renda. A calculadora já apresenta o valor líquido que você vai receber em cada parcela, considerando todos os descontos. Sites como o da Receita Federal, portais de notícias especializados em finanças e até aplicativos de bancos oferecem essa funcionalidade. No Meu Consig, a gente também ajuda você a entender quanto vai receber e como usar esse dinheiro da forma mais inteligente possível — seja para quitar dívidas caras ou para antecipar seu FGTS e ter ainda mais recursos disponíveis.

Alternativas Inteligentes para Quitar Dívidas Além do 13º

Usar o décimo terceiro para quitar dívidas é uma estratégia válida, mas nem sempre é suficiente. Se suas dívidas são maiores do que o valor do benefício, ou se você quer evitar cair novamente no endividamento, é fundamental conhecer alternativas de crédito mais baratas e inteligentes. Existem modalidades que permitem trocar dívidas caras (como cartão de crédito e cheque especial) por juros bem menores, aliviando o orçamento mensal e dando mais fôlego financeiro.

Trocador de Dívidas: Troque Juros Altos por Taxas Menores

O trocador de dívidas é uma estratégia financeira que consiste em contratar um crédito com juros baixos para quitar dívidas com juros altos. Por exemplo: se você tem R$ 5.000 no rotativo do cartão (com juros de 15% ao mês), pode contratar um empréstimo consignado ou antecipar o FGTS (com juros a partir de 1,29% ao mês) para quitar essa dívida cara. Na prática, você reduz drasticamente o valor dos juros pagos e consegue parcelas menores e mais previsíveis. Essa é uma das estratégias mais recomendadas por especialistas em educação financeira, pois permite que você saia do sufoco sem comprometer ainda mais o orçamento. Aqui no Meu Consig, a gente analisa sua situação e indica a melhor linha de crédito para fazer essa troca de forma segura e vantajosa.

Crédito Consignado: Uma Opção com Juros Mais Baixos

O crédito consignado é uma das modalidades de empréstimo mais baratas do mercado brasileiro. Com taxas a partir de 1,49% ao mês, ele é ideal para aposentados, pensionistas do INSS, servidores públicos e trabalhadores de carteira assinada (CLT). A grande vantagem é que as parcelas são descontadas diretamente na folha de pagamento ou no benefício do INSS, o que reduz o risco para o banco e, consequentemente, os juros cobrados. Além disso, o consignado não exige consulta ao SPC ou Serasa, o que facilita a aprovação mesmo para quem está com o nome sujo. Se você é aposentado ou pensionista, pode simular seu consignado INSS naquele momento mesmo e descobrir quanto pode contratar. Já os trabalhadores CLT podem acessar o crédito do trabalhador, uma linha exclusiva com condições especiais.

Quantos brasileiros vão usar o décimo terceiro para pagar dívidas?

Segundo pesquisa da Datatudo, 53% dos brasileiros vão usar o décimo terceiro para quitar dívidas em 2025. Esse percentual representa mais da metade dos trabalhadores que recebem o benefício e reflete o cenário crítico de endividamento no país, especialmente em modalidades de crédito com juros altos como cartão de crédito e cheque especial.

Qual o percentual do 13º que devo usar para quitar dívidas?

Especialistas recomendam priorizar o pagamento de dívidas com juros altos, como cartão de crédito rotativo e cheque especial. O ideal é destinar pelo menos 70% do décimo terceiro para quitar essas pendências, reservando 20% para despesas de fim de ano e 10% para uma reserva de emergência. Porém, cada caso é único — se suas dívidas são muito altas, pode ser necessário usar todo o valor do benefício e buscar alternativas de crédito mais barato para reorganizar as finanças.

Como consultar meu décimo terceiro pelo CPF?

Para consultar o valor do seu décimo terceiro, você pode acessar o portal ou aplicativo da empresa onde trabalha, verificar o contracheque de novembro (que geralmente traz informações sobre a primeira parcela) ou entrar em contato diretamente com o setor de recursos humanos. Aposentados e pensionistas do INSS podem consultar pelo aplicativo Meu INSS ou pelo site oficial, utilizando o CPF e a senha cadastrada.

Onde posso calcular quanto vou receber de décimo terceiro?

Existem diversas calculadoras online gratuitas que permitem calcular o valor do décimo terceiro. Você pode usar ferramentas disponíveis em sites especializados em finanças, portais de notícias econômicas ou até mesmo aplicativos de bancos. Basta informar seu salário bruto e o número de meses trabalhados no ano para obter o valor estimado das duas parcelas, já considerando os descontos de INSS e Imposto de Renda.

Quais são as melhores formas de usar o décimo terceiro salário?

As melhores formas de usar o décimo terceiro incluem: quitar dívidas com juros altos (prioridade máxima), criar ou reforçar uma reserva de emergência, pagar despesas essenciais de início de ano (como IPTU, IPVA e material escolar) e, se sobrar, investir em educação ou qualificação profissional. Evite gastar todo o valor com presentes ou consumo supérfluo — o décimo terceiro é uma oportunidade de reorganizar as finanças e começar o próximo ano com mais tranquilidade.

A pesquisa da Datatudo deixou claro que o décimo terceiro salário se tornou um recurso essencial para milhões de brasileiros que lutam contra o endividamento. Com 53% dos trabalhadores destinando o benefício para quitar dívidas, fica evidente que o país enfrenta um problema estrutural de educação financeira e acesso a crédito com juros justos. Porém, usar o 13º para pagar contas não resolve o problema de forma definitiva se não houver planejamento e mudança de hábitos.

Por isso, considere alternativas inteligentes como o crédito consignado, a antecipação do FGTS ou o PIX parcelado para trocar dívidas caras por juros menores e ter mais controle sobre suas finanças. Aqui no Meu Consig, a gente oferece as taxas que precisam ser comparadas pelo CET do mercado, atendimento humanizado e suporte completo para você sair do sufoco de vez. Não deixe para última hora — faça uma consulta gratuita naquele momento mesmo e descubra como podemos ajudar você a conquistar sua liberdade financeira.

Como avaliar a informação antes de agir

Uma notícia útil precisa deixar claro o que aconteceu, quando ocorreu, quem é afetado e qual fonte sustenta a informação. Título e contexto devem apontar para o mesmo fato.

Separe anúncio, regra em vigor, etapa de implementação e interpretação. Quando faltar confirmação oficial, a incerteza deve aparecer no texto em vez de ser escondida por uma afirmação categórica.

O próximo passo depende do caso: consultar um aplicativo, revisar documentos, aguardar atualização oficial ou procurar atendimento. A matéria deve indicar esse caminho sem criar urgência artificial.

  • data do acontecimento
  • fonte original
  • público afetado
  • o que mudou e o que permaneceu
  • próximo passo verificável

Como confirmar a informação em fontes oficiais

Confirme a orientação em Portal Gov.br e use também serviços oficiais do Gov.br. Fontes consultadas em 29 de julho de 2026; regras, calendários, taxas e serviços podem mudar depois dessa data.

Quando o contrato, o aplicativo ou o extrato mostrar algo diferente, prevalecem o documento individual e a orientação do órgão ou da instituição responsável. Guarde telas, protocolos e comprovantes.

Próximos passos para o leitor

  1. Identifique exatamente a mensagem, o documento, a oferta ou o fato que motivou a dúvida.
  2. Confira data, titularidade, valores e situação no canal oficial correspondente.
  3. Compare a informação com a regra e com os documentos do seu caso.
  4. Só depois decida se deve aguardar, corrigir dados, contestar, simular ou procurar atendimento.

Conteúdos relacionados para continuar a leitura

Card Meu Consig

Perguntas frequentes sobre 53% dos brasileiros vão usar o décimo terceiro para quitar dívidas…

Segundo a Datatudo, 53% dos brasileiros vão usar o décimo terceiro para quitar dívidas em 2025. Esse percentual representa mais da metade dos trabalhadores que recebem o benefício e reflete o cenário crítico de endividamento no país. A data e a fonte original determinam se a informação ainda serve como orientação atual.

Confira a data, a fonte original e se houve comunicado posterior. Não use apenas o ano exibido no título como prova de atualização.

Um anúncio comunica intenção ou decisão. A regra só deve ser tratada como vigente quando houver ato, serviço ou orientação oficial aplicável.

Priorize a fonte responsável pelo serviço ou norma, registre a data da consulta e deixe a divergência explícita.

Não clique em links suspeitos, não compartilhe senhas e não faça pagamento para liberar crédito, benefício ou serviço.

Revise quando houver nova norma, calendário, taxa, prazo, aplicativo, decisão oficial ou mudança relevante no serviço.

Resumo

Segundo a Datatudo, 53% dos brasileiros vão usar o décimo terceiro para quitar dívidas em 2025. Esse percentual representa mais da metade dos trabalhadores que recebem o benefício e reflete o cenário crítico de endividamento no país. A data e a fonte original determinam se a informação ainda serve como orientação atual.

Para lidar com 53% dos brasileiros vão usar o décimo terceiro para quitar dívidas (2025), priorize a fonte responsável, confira os dados do seu caso e evite decisões baseadas apenas em anúncio, mensagem ou promessa. O objetivo desta página é ajudar o leitor a entender o cenário e escolher o próximo passo com segurança.

Continue lendo

Ver todos