
Bolsa Família aumenta para R$ 691 em outubro de 2026
Presidente Lula anunciou reajuste de 15,04% no Bolsa Família. Saiba como o benefício passa de R$ 600 para R$ 691 a parti...
Introdução
O Bolsa Família recebeu um reajuste importante anunciado pelo presidente Lula. A partir de outubro de 2026, o benefício mínimo sobe de R$ 600,00 para R$ 691,00, representando um aumento de 15,04%. Essa correção acompanha a inflação acumulada desde o início do programa em 2023 até agosto de 2026 e visa proteger o poder de compra das famílias brasileiras.
Bolsa Família aumenta 15,04% a partir de outubro
Novo valor mínimo: de R$ 600 para R$ 691
O reajuste do Bolsa Família 2026 eleva significativamente os valores pagos. O benefício mínimo passa de R$ 600,00 para R$ 691,00, enquanto o valor médio sobe de aproximadamente R$ 675,00 para R$ 777,00. Essa mudança beneficia cerca de 19,3 milhões de famílias atualmente inscritas no programa.
A correção não afeta apenas o valor base. Os adicionais também foram reajustados: o valor por integrante da família vai de R$ 142,00 para R$ 164,00; o adicional para crianças até 6 anos passa de R$ 150,00 para R$ 173,00; e o adicional para gestantes, nutrizes e crianças de 7 a 18 anos sobe de R$ 50,00 para R$ 58,00.
Quando os pagamentos começam
Os novos valores entram em vigor a partir de outubro de 2026. Os pagamentos estão previstos para começar no dia 19, seguindo o calendário oficial e conforme o último dígito do Número de Identificação Social (NIS) de cada beneficiário. Importante: os pagamentos de setembro ainda seguem as regras anteriores, com valores antigos.
Como ficam os valores dos adicionais
Adicionais por dependente e faixa etária
O reajuste reorganiza a estrutura de pagamentos conforme a composição familiar. Famílias com crianças, adolescentes ou gestantes podem receber valores acima do mínimo, pois os adicionais são somados ao benefício base.
A família que possui crianças até 6 anos recebe R$ 173,00 por cada criança. Gestantes, nutrizes e adolescentes de 7 a 18 anos adicionam R$ 58,00 cada um ao valor total. Além disso, cada integrante da família contribui com R$ 164,00 para o cálculo final do benefício.
Quem tem direito ao Bolsa Família
Critérios de renda e cadastro
Para receber o Bolsa Família, a família deve estar inscrita no Cadastro Único (CadÚnico) e atender aos critérios de renda. A principal exigência é possuir renda mensal de até R$ 218,00 por pessoa da família. Estar no CadÚnico não garante automaticamente a entrada no programa — o governo analisa os dados e seleciona as famílias elegíveis.
Beneficiários precisam manter o cadastro atualizado. Informações desatualizadas ou problemas no sistema podem resultar em bloqueio ou cancelamento do benefício. O reajuste de outubro não altera essas regras de elegibilidade.
Conclusão
O aumento de 15,04% no Bolsa Família a partir de outubro de 2026 representa uma importante correção inflacionária para milhões de famílias brasileiras. Com o novo valor mínimo de R$ 691,00 e adicionais ajustados, o programa reforça seu compromisso de manter a proteção social adequada. Beneficiários devem estar atentos ao calendário de pagamentos e manter seus dados no CadÚnico atualizados para garantir o recebimento contínuo do benefício.